Publicidade
Notícias
Economía
Cultura
Instituições e Empresas
Personagems
Links
Editorial
Documentos
Cronologías


Foros de Debate



Participe no fórum e dê a sua opinião. A opinião da Direcção está expressa na linha editorial.

Os participantes do fórum podem exprimir as suas ideias pessoais que não tem necessariamente que concedir com os temas de Guine-Bissau.com.

Dê a sua opinião sobre a actualidade nacional e internacional no fórum.
Economía  |  Política  |  Desporto  |  Religião  |  História  |  Sociedade

Ultimo Comentario: 02/04/2014 17:20:37 8 comentarios
Tema: AGORA NãO SE PODE FALAR BALANTA EM GUINé!!!
Agora estao revelando os preconceitos contra etnia BALANTA!!!
durante os dois ultimos anos, ouvi gente condenando Kumba de ser o fomentador do tribalismo, mas alguns meses a situação guineense mostrou tambem o outro lado da moeda, o preconceito contra etnia BALANTA. Isso ja existiu em guine faz tempo e muita gente finge de ignorante.
Indice de Debates    A sua opinião    Proponha um debate
iaia jassi   bairo militar   Guinea-Bissau   02/04/2014 17:20:37
cuidado para o que escreves
Se vamos tocar nos assuntos socias fasilmemte se ofende os outros.eu sou biafada nao conheco un famllhar meu que nao sofreu com a guerra colonial, biafada embora menoritario os seus membros forao foram determlnante e desesivo de incio ao fim da guerra.sem falar das outras etnias como mandingas , pepeis e todas as etnias da guine. Eu te pergunto porque que balantas estao a esforcar muito em trair e eliminar outros companheiros das outras etnias?,pe te pergunto mais porque excucao dos seus irmaos com quem fundou a republica?,responde me meu irmao pk que undia naguine todo mundo estava com balantas hoje sao nujentos? Tenho a certeza que tu sabes bem o que se passa la. Nao podemos concluir a unificacao sem falar a verdade deter esta idoilogia de balantazijacao. Unidade e luta e todos juntos nao citar valentes de cada etnia pk toda a etnia ten. Nos temos politicos e guererros q q por suas acoes coletivas tem honra de herois.
Levis jara   Jerusalém   Guinea-Bissau   18/10/2012 19:07:56
A questão dos balantas
Já li várias opiniões contra e a favor aos balantas. Não percebo as razões desta polarização das opiniões sobre os balantas. Guiné-Bissau foi sempre um pais multi-étnicos e sempre houve e continua haver convivência. Eu não sou Balanta mas conheço muito bem o povo Balanta. É um povo fantástico. Os meus melhores são balantas. Há uma questão que não podemos ignorar.Há politico sem escrúpulos que querem aproveitar esse povo para atingir os seus objectivos o que haja desconfianças de algumas pessoas sobre os balantas. Se fala de maior presença dos balantas nas forças armada.É um facto que não deve ser vista fora do contecto histórico-demográfico e político. A etnia balanta é mais numerosa; foi nas regiões de grande aglomeração dessa etnia se iniciou a luta da libertação nacional no norte e no sul.A guerra apanhou-os ou integrou-os e não foram eles a integrar na luta (falo de aspecto geral). Aconselho todos guineenses a não fomentar o tribalismo.É perigossismo. O tribalismo tem como consequência o ódio viceral, desconfiança, divisão e sofrimento. temos com exemplo o caso de Ruanda e os balcãs nos anos 90. Mbana Ntchigna escreveu que o povo balanta produzia 70% de arroz produzida em toda Guiné. Gostaria que ele ´nos indicasse as fontes que sustenta esta afirmação. Onde havia a maior produção de arroz era sem dúvida as regiões do sul mas não vivia lá só os balantas. Portanto, aproveito para te dizer com caridade que não concordo contigo neste ponto porque não fundamentos. Aconselho vivamente de consultar os dados estatistico da provuncia da Guiné-portuguesa sobre a produção agricola. Até breve! Levis
Mbana Ntchigna   Espirito Santo   Guinea-Bissau   02/02/2012 4:05:20
Não Falte Brása respeito
A Senhora Miloca. Desculpe-me Drª. Miloca Pereira pela resposta que estou dando a Senhora. Eu também tenho mãe que me ensinou a respeita às mulheres de idade, pois elas são anciãs como manda a etnia Brása (balanta) que pertenço com muito orgulho. Ante de mais, não entenda que Antonio Djai seja Beafada. Djai é Brása (balanta) de mãe e pai. Então se defendeu ex-presidente Malam Bacai Sanha sendo esse Beafada, não pode ser considerado tribalista. Como jornalista, por favor, procure se informar bem sobre origem de figuras políticos de seu país. Subtrai de sua entrevista titulada: “Zamora Induta foi criação da cooperação portuguesa” alguns trecos a comentar. Você não conseguiu esconder a sua tendência e nem de seu ódio ao Brása. Por isso, mencionou nomes dos assassinatos de Amilcar Cabral, Nino Vieira e Asumani Mani apenas. E não mencionou assassinatos de Takme Na Wuae, Bguádn Na N’damy, Watna, Ahanthë N’tchumbé e mais trinta e nove (39) oficiais Brása mortos no caso 17 de outubro. Você é tendencioso de mais! Drª. Miloca Pereira, não se pode fugir dessa. Se você disse SIM ao governo angolano na Guiné Bissau os milhares de toneladas de bauxita que se sabe que existem em Guiné, serão dividido, para não dizer tomado pela Angola. Você acha que Angola se interessa de Guiné por quê? Drª. Miloca Pereira, não se engane. Angola vai tomar a sua bauxita e outros recursos naturais! Estou avisando! Drª. Miloca Pereira, a senhora existe na sua pretensão. Eu lhe pergunto uma coisa: Não foram os que a senhora chama dos militares Balantas que deram golpe ao Kumbá Yalá quando sofreu golpe? Ou estou enganado? Foram militares crioulos, papeis? mancanhas..,? Onde fica a sua forma existida de ver os Brása como tribalistas na Guiné Bissau? Drª. Miloca Pereira Olha Brása foi vítima e está a ser vitima nesses pais até então. É Brása que mais morreu em toda história desse país e até hoje estão morrendo. Em todo sentido da morte. Morte lenta. É a etnia Brása o mais descriminado socialmente. Você conhece algum ministro Brása hoje no governo? Partido no poder com sua governarão tem no governo algum ministro Brása? Mesmo assim o país melhorou? Dizem que Brása é bruto, retardado e burro. Pergunto: temos todos ministros atuais e parlamento guineenses intelectuais? Não tem analfabetos nenhum? Drª. Miloca Pereira uma coisa é certa, Brása está a lutar para não ser exterminado na Guiné. Vós que odeiam Brása, estão a esperar para o mundo permitir criação duma lei que permita o extermínio daquela etnia. Mas como Deus é Deus, creio que não vai ser dessa forma. Deixa Brása em paz. Brása sempre foi solidário. Sou M’bana N’tchigna Leia mais A MINHA HISTÓRIA VERTIDA COMO ELA NUNCA É Temos direito de discordar. Mas discordar não humilhar outro. Não faltar respeito muito menos apontar outro como o mais feio. Desculpem-me pelo fraco uso da língua português que não domino. Pois não sou Camões ou jornalista. Muito menos andei na faculdade de letra. Por isso, vou escrever fluentemente o que sinto como guineense. Temos direito de pensar como quisermos e acreditar no que quisermos. Mas não devemos verter a historia dos Brásas. Não devemos julgar Brásas! Eu nasci com Balanta (Mbì-Rása) sinto orgulho disso. Também se eu nascesse Bijagos, Nalú, Felubp, Tanda, Suanynkei, Fula, Biafada... Em fim, em qualquer etnia em que eu tivesse nascido na Guiné Bissau, teria orgulho da mesma forma. Por isso, não posso admitir que alguém me pise. Pois declarando a descriminação, marginalizando aos Balanta, se você está o a fazer, você está a fazer o mesmo comigo. Eu não me preocuparia se alguém quisesse criticar um M’bana, Bubu, Yala,Tákme erc. Tratando-os pelos próprios nomes. E vendo-os como guineenses que cometeram alguma infração que é prejudicial ao povo guineense como um todo. Alguem que não gosta de Brása imiteessavós na radio: "Há sempre um grupo de gente que quando a terra começa a andar para a frente eles interrompem". "Uma horta não pode ser só com mangueiras" http://www.africanidade.com Perguntamos a quem se refere na Guiné Bissau? Olha inimigo de Brása,Que se deixa a dominar pelo pensamento de que: Brása, não são corajosos. Brása sempre foi camponês (labradùres de arus). Devem voltar para campo e ser camponeses. Deixam a cidade aos “intelectuais”. Brasá, não sabem mandar, são brutos, incompetentes, e nem sabem o que é respeitar a constituição dum país. Brasá sempre viveram sem lei. Brása não é tribo genuína da Guiné Bissau. Todos esses atributos maléficas e mais outros, são dados aos Brásas (Balanta) hoje. Algumas pessoas sem mínima consideração em tom de provocação, já falaram na minha cara pelo menos quatro desses atributos indesejáveis aos meus ouvidos. Pensam que vão conseguir reprovar ou vão tirar o orgulho que sei e tenho convicção disso? Quando nasci no sul de país, meus pais me ensinaram no solo de alicerce da cultura Balanta como é que funciona as coisas. Sobretudo o respeito ao outro. Sempre recebemos hospedes de outras etnias em nossa casa e em nossos vilarejos tratando todos com maior respeito como manda a lei e o respeito Brása. Levantamos das nossas camas para deixar fula, por exemplo, dormir na melhor cama que possuímos. Mesmo que isso nos custe deitar no chão batido por cima dum retalho de pano. Quando é momento de alimentação, damos sempre ao outro o que ele deseja comer. Mesmo que isso nos custe procurar empréstimo para depois pagar. Se for um hospede muçulmano nunca lhe serviremos carne de porco por exemplo. E quando vão embora, lhes presenteamos com o melhor que tivermos. Mas quando outros recebem um hospede Brása trata-o com indiferença. Deixa-o dormir na varanda ou no corredor de sua casa apenas em cima dum couro dum animal qualquer. Quando é momento de alimento, sempre dá ao Brása o que acham melhor para eles nunca respeitam a preferência e gosto de hospede Brása. Eu mesmo passei por isso em Guiletche e em Conakry pelos que diziam amigos do meu pai, quando viajei para conhecer a Guné Conacry e me hospedei em suas residências. Quando voltei relatei o acontecido o pessoal do meu vilarejo limitaram a responder: - É, deixem-os, as pessoas nuca são iguais na forma de pensar! Será que é por isso que os outros acham que Brása é burro...!? Aprendi com os meus pais a sentir o orgulho de realmente sermos o que somos, trabalhadores. Somos autênticos e excelentes equilibradores em vários momentos na história da Guiné Bissau. Não só quando se refere à defesa da integridade territorial e da soberania da Guiné Bissau. Quem não se lembra que quando a natureza, chuva dava águas abundantes à Guiné, Brása produziam arroz que podemos afirmar que setenta por cento, 70% de sua produção era dos Brása e se consumia na capital, Bissau. Consumia-se arroz da então Guiné portuguesa em Cabo Verde e até na metrópole, Lisboa, arroz dos Brása se consumia. Ito durou até na década de anos 80. BRÁSA NUNCA DESCRIMINA E NEM NENGOU A CONVIVÊNCIA COM NENHUMA TRIBO DA GUINÉ BISSAU. Quando era adolescente, trabalhei junto com meus colegas no serviço dum homem da etnia mancaha de nome Vitor e no serviço da tia Amélia no vilarejo de Banta-El-Silla. Trabalhei para um homem mandjaco no vilarejo de Botche-Cul cujo nome se chamava Mansal. Tudo isso de graça porque nossos pais entenderam que eles não dominam a técnica de trabalho de mangue (traves) como Brása. Nunca os cobramos alem do sustento do dia que era quinhão que merecíamos para sobrevivermos. Os Manjacos saim de Cantchugnco, Caió e de outros lugares para campanha de cortar chabeu e extraição de vinho de palma nas terras do Brásas para trocar-los com arroz. Brásas liberam as suas matas para essa atividade aos Mandjacos e nunca proibiram os a mata para cortar chabeu. O que nunca Mandjaco admitiria Brása fazer na sua terra. Estás a ver como é que Brása é realmente pacífica e tolerante? Pare decrussificar Brásas! BRÁSA É BURRO? Quem não se lembra de Doutor Fôna Tchuda e Viriato Kpan no campo intelectual guineense? Hoje quantos de Brása que tem doutorados em relação aos não Brása na Guiné Bissau? Quem é maioria nas escolas como professores? No campo político, não temos Brása? Como você pode me convencer que Brása é burro? Inimigos de Brása, nunca aceitarei o que estão pensando. Braso não pode só ser aplaudido quando tropa de coalição senegalês-laguineses e as anguentas de Nino forem derrotados, mas na hora de repartir o bolo é excluído. Quem não se lembra de eleição do mandato de ex-presidente Kuobá Yalá. Ouvimos frases discriminatórias como essas: “Balanta tanbi ki na bim manda li”. “Tchamidures de Nsum-sum”. “É sussu lama na pé”. “Ladrões” etc. Durante tempo de governarão de Kuombá muitos discursos foram proferidos contra Brása como, por exemplo: “Gossi no tene ministro ki ka kunsi ba pia”. Eu pessoalmente ouvi com os meus ouvidos esses discursos e presenciei guerra entre mulher mandiga com a mulher Brása numa fonte de água por causa de mal que ela falava contra Brása. Contudo Yalá pretendia fazer governo de unidade nacional. O que por descriminação aos Brásas por alguns que não queriam se juntar com Brásas, não assumiram suas pastas. Mesmo assim Kumbá Yala terminou sua governarão quase colocando Botche Candé o primeiro ministro do país. Botche Candé não é Brása. Se você não gosta de Brása só pode ser crime. Sou Mbana Ntchigna. Detesto anonimato. Antonio Indijaí, ainda ao jornal “O Defensor”, sustentou a sua posição de conduzir uma liderança acima das diferenças étnicas, o que talvez seja o motivo de insatisfação revelada na suposta ameaça: “eu estou à frente das Forças Armadas para servir os guineenses e não os balantas”, afirmou o chefe máximo da esfera militar. Na entrevista, Indjaí revelou também sua preocupação com o que chamou de “o fomento dos sentimentos tribalistas” entre os militares. Estes sentimentos estariam a alimentar, segundo Antonio Indjaí, as justificativas dos mentores de possíveis golpes de Estado no país. A ascensão de “sentimentos tribalistas” no seio militar, por outro lado, não nasceu recentemente, como parece sustentar Indjaí. Alguns estudiosos em ciências sociais e jornalistas da Guiné-Bissau passaram a abordar o tema, incluindo a relação entre etnia e política: “balantização” e “etnização da política” são os termos empregados para abordar o fenômeno no país. Deste modo, estaria em curso na Guiné-Bissau, um processo de diferenciação étnica, sob a hegemonia dos balantas, em detrimento de uma possível construção harmoniosa da identidade nacional guineense. O marco histórico para a “balantização” na Guiné-Bissau, afirmam os especialistas, foi a campanha eleitoral de Kumba Yalá, em 1999. Para sagrar-se vencedor no pleito, Yalá propagandeou a valorização dos símbolos e rituais dos balantas[1]. Esta operação visava não apenas o apoio nas urnas, da etnia majoritária, mas, também, das Forças Armadas, numericamente dominadas pelos balantas, que representam aproximadamente 70% dos militares. Nas Forças Armadas, uma série de conflitos, intrigas e crises são explicadas a partir da questão étnica, como no caso da morte de Ansumane Mané, em 1998, então comandante supremo da Junta Militar. Se na Guiné-Bissau, portanto, não se encontram registros de etnias dizimadas por outras, de conflitos levados ao grau mais extremado, a questão étnica não deve ser menosprezada por aqueles que pretendem compreender o processo histórico da formação do Estado nacional guineense. Deste modo, não é aconselhável olhar para este país a partir de uma concepção de identidade nacional, que desconsidere as mediações que a questão étnica impõe. A Senhora Miloca. Desculpe-me Drª. Miloca Pereira pela resposta que estou dando a Senhora. Eu também tenho mãe que me ensinou a respeita às mulheres de idade, pois elas são anciãs como manda a etnia Brása (balanta) que pertenço com muito orgulho. Ante de mais, não entenda que Antonio Djai seja Beafada. Djai é Brása (balanta) de mãe e pai. Então se defendeu ex-presidente Malam Bacai Sanha sendo esse Beafada, não pode ser considerado tribalista. Como jornalista, por favor, procure se informar bem sobre origem de figuras políticos de seu país. Subtrai de sua entrevista titulada: “Zamora Induta foi criação da cooperação portuguesa” alguns trecos a comentar. Você não conseguiu esconder a sua tendência e nem de seu ódio ao Brása. Por isso, mencionou nomes dos assassinatos de Amilcar Cabral, Nino Vieira e Asumani Mani apenas. E não mencionou assassinatos de Takme Na Wuae, Bguádn Na N’damy, Watna, Ahanthë N’tchumbé e mais trinta e nove (39) oficiais Brása mortos no caso 17 de outubro. Você é tendencioso de mais! Drª. Miloca Pereira, não se pode fugir dessa. Se você disse SIM ao governo angolano na Guiné Bissau os milhares de toneladas de bauxita que se sabe que existem em Guiné, serão dividido, para não dizer tomado pela Angola. Você acha que Angola se interessa de Guiné por quê? Drª. Miloca Pereira, não se engane. Angola vai tomar a sua bauxita e outros recursos naturais! Estou avisando! Drª. Miloca Pereira, a senhora existe na sua pretensão. Eu lhe pergunto uma coisa: Não foram os que a senhora chama dos militares Balantas que deram golpe ao Kumbá Yalá quando sofreu golpe? Ou estou enganado? Foram militares crioulos, papeis? mancanhas..,? Onde fica a sua forma existida de ver os Brása como tribalistas na Guiné Bissau? Drª. Miloca Pereira Olha Brása foi vítima e está a ser vitima nesses pais até então. É Brása que mais morreu em toda história desse país e até hoje estão morrendo. Em todo sentido da morte. Morte lenta. É a etnia Brása o mais descriminado socialmente. Você conhece algum ministro Brása hoje no governo? Partido no poder com sua governarão tem no governo algum ministro Brása? Mesmo assim o país melhorou? Dizem que Brása é bruto, retardado e burro. Pergunto: temos todos ministros atuais e parlamento guineenses intelectuais? Não tem analfabetos nenhum? Drª. Miloca Pereira uma coisa é certa, Brása está a lutar para não ser exterminado na Guiné. Vós que odeiam Brása, estão a esperar para o mundo permitir criação duma lei que permita o extermínio daquela etnia. Mas como Deus é Deus, creio que não vai ser dessa forma. Deixa Brása em paz. Brása sempre foi solidário. Sou M’bana N’tchigna Leia mais A MINHA HISTÓRIA VERTIDA COMO ELA NUNCA É Temos direito de discordar. Mas discordar não humilhar outro. Não faltar respeito muito menos apontar outro como o mais feio. Desculpem-me pelo fraco uso da língua português que não domino. Pois não sou Camões ou jornalista. Muito menos andei na faculdade de letra. Por isso, vou escrever fluentemente o que sinto como guineense. Temos direito de pensar como quisermos e acreditar no que quisermos. Mas não devemos verter a historia dos Brásas. Não devemos julgar Brásas! Eu nasci com Balanta (Mbì-Rása) sinto orgulho disso. Também se eu nascesse Bijagos, Nalú, Felubp, Tanda, Suanynkei, Fula, Biafada... Em fim, em qualquer etnia em que eu tivesse nascido na Guiné Bissau, teria orgulho da mesma forma. Por isso, não posso admitir que alguém me pise. Pois declarando a descriminação, marginalizando aos Balanta, se você está o a fazer, você está a fazer o mesmo comigo. Eu não me preocuparia se alguém quisesse criticar um M’bana, Bubu, Yala,Tákme erc. Tratando-os pelos próprios nomes. E vendo-os como guineenses que cometeram alguma infração que é prejudicial ao povo guineense como um todo. Alguem que não gosta de Brása imiteessavós na radio: "Há sempre um grupo de gente que quando a terra começa a andar para a frente eles interrompem". "Uma horta não pode ser só com mangueiras" http://www.africanidade.com Perguntamos a quem se refere na Guiné Bissau? Olha inimigo de Brása,Que se deixa a dominar pelo pensamento de que: Brása, não são corajosos. Brása sempre foi camponês (labradùres de arus). Devem voltar para campo e ser camponeses. Deixam a cidade aos “intelectuais”. Brasá, não sabem mandar, são brutos, incompetentes, e nem sabem o que é respeitar a constituição dum país. Brasá sempre viveram sem lei. Brása não é tribo genuína da Guiné Bissau. Todos esses atributos maléficas e mais outros, são dados aos Brásas (Balanta) hoje. Algumas pessoas sem mínima consideração em tom de provocação, já falaram na minha cara pelo menos quatro desses atributos indesejáveis aos meus ouvidos. Pensam que vão conseguir reprovar ou vão tirar o orgulho que sei e tenho convicção disso? Quando nasci no sul de país, meus pais me ensinaram no solo de alicerce da cultura Balanta como é que funciona as coisas. Sobretudo o respeito ao outro. Sempre recebemos hospedes de outras etnias em nossa casa e em nossos vilarejos tratando todos com maior respeito como manda a lei e o respeito Brása. Levantamos das nossas camas para deixar fula, por exemplo, dormir na melhor cama que possuímos. Mesmo que isso nos custe deitar no chão batido por cima dum retalho de pano. Quando é momento de alimentação, damos sempre ao outro o que ele deseja comer. Mesmo que isso nos custe procurar empréstimo para depois pagar. Se for um hospede muçulmano nunca lhe serviremos carne de porco por exemplo. E quando vão embora, lhes presenteamos com o melhor que tivermos. Mas quando outros recebem um hospede Brása trata-o com indiferença. Deixa-o dormir na varanda ou no corredor de sua casa apenas em cima dum couro dum animal qualquer. Quando é momento de alimento, sempre dá ao Brása o que acham melhor para eles nunca respeitam a preferência e gosto de hospede Brása. Eu mesmo passei por isso em Guiletche e em Conakry pelos que diziam amigos do meu pai, quando viajei para conhecer a Guné Conacry e me hospedei em suas residências. Quando voltei relatei o acontecido o pessoal do meu vilarejo limitaram a responder: - É, deixem-os, as pessoas nuca são iguais na forma de pensar! Será que é por isso que os outros acham que Brása é burro...!? Aprendi com os meus pais a sentir o orgulho de realmente sermos o que somos, trabalhadores. Somos autênticos e excelentes equilibradores em vários momentos na história da Guiné Bissau. Não só quando se refere à defesa da integridade territorial e da soberania da Guiné Bissau. Quem não se lembra que quando a natureza, chuva dava águas abundantes à Guiné, Brása produziam arroz que podemos afirmar que setenta por cento, 70% de sua produção era dos Brása e se consumia na capital, Bissau. Consumia-se arroz da então Guiné portuguesa em Cabo Verde e até na metrópole, Lisboa, arroz dos Brása se consumia. Ito durou até na década de anos 80. BRÁSA NUNCA DESCRIMINA E NEM NENGOU A CONVIVÊNCIA COM NENHUMA TRIBO DA GUINÉ BISSAU. Quando era adolescente, trabalhei junto com meus colegas no serviço dum homem da etnia mancaha de nome Vitor e no serviço da tia Amélia no vilarejo de Banta-El-Silla. Trabalhei para um homem mandjaco no vilarejo de Botche-Cul cujo nome se chamava Mansal. Tudo isso de graça porque nossos pais entenderam que eles não dominam a técnica de trabalho de mangue (traves) como Brása. Nunca os cobramos alem do sustento do dia que era quinhão que merecíamos para sobrevivermos. Os Manjacos saim de Cantchugnco, Caió e de outros lugares para campanha de cortar chabeu e extraição de vinho de palma nas terras do Brásas para trocar-los com arroz. Brásas liberam as suas matas para essa atividade aos Mandjacos e nunca proibiram os a mata para cortar chabeu. O que nunca Mandjaco admitiria Brása fazer na sua terra. Estás a ver como é que Brása é realmente pacífica e tolerante? Pare decrussificar Brásas! BRÁSA É BURRO? Quem não se lembra de Doutor Fôna Tchuda e Viriato Kpan no campo intelectual guineense? Hoje quantos de Brása que tem doutorados em relação aos não Brása na Guiné Bissau? Quem é maioria nas escolas como professores? No campo político, não temos Brása? Como você pode me convencer que Brása é burro? Inimigos de Brása, nunca aceitarei o que estão pensando. Braso não pode só ser aplaudido quando tropa de coalição senegalês-laguineses e as anguentas de Nino forem derrotados, mas na hora de repartir o bolo é excluído. Quem não se lembra de eleição do mandato de ex-presidente Kuobá Yalá. Ouvimos frases discriminatórias como essas: “Balanta tanbi ki na bim manda li”. “Tchamidures de Nsum-sum”. “É sussu lama na pé”. “Ladrões” etc. Durante tempo de governarão de Kuombá muitos discursos foram proferidos contra Brása como, por exemplo: “Gossi no tene ministro ki ka kunsi ba pia”. Eu pessoalmente ouvi com os meus ouvidos esses discursos e presenciei guerra entre mulher mandiga com a mulher Brása numa fonte de água por causa de mal que ela falava contra Brása. Contudo Yalá pretendia fazer governo de unidade nacional. O que por descriminação aos Brásas por alguns que não queriam se juntar com Brásas, não assumiram suas pastas. Mesmo assim Kumbá Yala terminou sua governarão quase colocando Botche Candé o primeiro ministro do país. Botche Candé não é Brása. Se você não gosta de Brása só pode ser crime. Sou Mbana Ntchigna. Detesto anonimato. Antonio Indijaí, ainda ao jornal “O Defensor”, sustentou a sua posição de conduzir uma liderança acima das diferenças étnicas, o que talvez seja o motivo de insatisfação revelada na suposta ameaça: “eu estou à frente das Forças Armadas para servir os guineenses e não os balantas”, afirmou o chefe máximo da esfera militar. Na entrevista, Indjaí revelou também sua preocupação com o que chamou de “o fomento dos sentimentos tribalistas” entre os militares. Estes sentimentos estariam a alimentar, segundo Antonio Indjaí, as justificativas dos mentores de possíveis golpes de Estado no país. A ascensão de “sentimentos tribalistas” no seio militar, por outro lado, não nasceu recentemente, como parece sustentar Indjaí. Alguns estudiosos em ciências sociais e jornalistas da Guiné-Bissau passaram a abordar o tema, incluindo a relação entre etnia e política: “balantização” e “etnização da política” são os termos empregados para abordar o fenômeno no país. Deste modo, estaria em curso na Guiné-Bissau, um processo de diferenciação étnica, sob a hegemonia dos balantas, em detrimento de uma possível construção harmoniosa da identidade nacional guineense. O marco histórico para a “balantização” na Guiné-Bissau, afirmam os especialistas, foi a campanha eleitoral de Kumba Yalá, em 1999. Para sagrar-se vencedor no pleito, Yalá propagandeou a valorização dos símbolos e rituais dos balantas[1]. Esta operação visava não apenas o apoio nas urnas, da etnia majoritária, mas, também, das Forças Armadas, numericamente dominadas pelos balantas, que representam aproximadamente 70% dos militares. Nas Forças Armadas, uma série de conflitos, intrigas e crises são explicadas a partir da questão étnica, como no caso da morte de Ansumane Mané, em 1998, então comandante supremo da Junta Militar. Se na Guiné-Bissau, portanto, não se encontram registros de etnias dizimadas por outras, de conflitos levados ao grau mais extremado, a questão étnica não deve ser menosprezada por aqueles que pretendem compreender o processo histórico da formação do Estado nacional guineense. Deste modo, não é aconselhável olhar para este país a partir de uma concepção de identidade nacional, que desconsidere as mediações que a questão étnica impõe.
Mbana Ntchigna   Espirito Santo   Guinea-Bissau   01/02/2012 18:45:37
A Senhora Miloca não falte respeito aos Balantas
A Senhora Miloca. Desculpe-me Drª. Miloca Pereira pela resposta que estou dando a Senhora. Eu também tenho mãe que me ensinou a respeita às mulheres de idade, pois elas são anciãs como manda a etnia Brása (balanta) que pertenço com muito orgulho. Ante de mais, não entenda que Antonio Djai seja Beafada. Djai é Brása (balanta) de mãe e pai. Então se defendeu ex-presidente Malam Bacai Sanha sendo esse Beafada, não pode ser considerado tribalista. Como jornalista, por favor, procure se informar bem sobre origem de figuras políticos de seu país. Subtrai de sua entrevista titulada: “Zamora Induta foi criação da cooperação portuguesa” alguns trecos a comentar. E é pelo dinheiro ou pelo poder… acha que Indjai tem ambições políticas? Acredito que sim. Para a salvaguarda de padrões que ele acha que tem de defender. São padrões étnicos… e também para a salvaguarda da sua própria sobrevivência, em primeira mão. Porque se se avançar com uma verdadeira reforma das forças armadas o Indjai não existe. Baseado nessa afirmação sua, Antônio Djai só pode ser considerado tribalista. O povo está farto de violência. Há dias estive na TV Zimbo que é muito vista na Guiné e tive muitas reacções ao telefone. O povo está cansado. A reforma nas forças armadas apenas não chega, é preciso também uma nova classe política na Guiné. Há muita gente fora do país. Muita gente que teve de sair para continuar a existir. Entendo que a reforma que Drª. Miloca Pereira deseja, é aquela de expulsar só militares da tribo Brása dos quartéis. Tivemos o Presidente Nino Vieira, O general Ansumane Mané, o general Veríssimo, o general Tagma … parece que há sempre mais alguém na fila. Neste momento são o Injai e o Bubo Na Tchuto. Os únicos com a força da violência que eles utilizam. Qual violência Bubo conferiu ao país? As coisas começaram com o assassinato de Amílcar Cabral. Mais tarde veio o golpe de Nino Vieira e, mais tarde, o golpe de Ansumane e agora o que se tem assistido. Enquanto guineense que sempre acompanhou de perto as coisas do país (sou filha de um combatente pela liberdade da Pátria), conheço bem o PAIGC. A minha pena é que nós, em África, continuamos colados ao modelo político ocidental, Você não conseguiu esconder a sua tendência e de seu ódio ao Brása. Por isso, mencionou nomes dos assassinatos de Amilcar Cabral, Nino Vieira e Asumani Mani apenas. E não mencionou assassinatos de Takme Na Wuae, Bguádn Na N’damy, Watna, Ahanthë N’tchumbé e mais trinta e nove (39) oficiais Brása mortos no caso 17 de outubro. Você é tendencioso de mais! Ou seja, o Estado angolano deverá ter uma acção rápida. Não se deixar estender pelo tempo? Sim. E tratar as coisas de Estado para Estado. Porque há muita gente pelo meio a querer influenciar por questões de interesse. Porque conhecem o ministro tal, ou o director tal … dão esta ou aquela opinião … o maior contributo de Angola para a Guiné deverá passar por ouvir os políticos mais influentes da Guiné. Depois, vem o exemplo dado por Angola que soube tratar do seu problema internamente. Drª. Miloca Pereira, não se pode fugir dessa. Se você disse sim ao governo angolano na Guiné Bissau os milhares de toneladas de bauxita que se sabe que existem em Guiné, serão dividido, para não dizer tomado pela Angola. Você acha que Angola se interessa de Guiné por quê? Uma missão militar angolana seria garantia suficiente e os guineenses aceitam-na bem? Acredito que sim. Até porque a sociedade civil diz já não acreditar numa solução interna do problema militar, tem de haver uma presença estrangeira. Poderá não ser apenas Angola, mas a experiência de Angola é-nos muito valiosa. Acredito que o Estado angolano tem as melhores intenções. Mas, atenção: o Estado. De Estado para Estado. O Nino Vieira usou muito o lobby, isso foi a sua perdição. Os tais “lobbicratas” continuam a ir e a vir, a influenciar. São um perigo. Drª. Miloca Pereira, não se engane. Agola vai tomar o seu auxita e outros recursos naturais! Estou avisando! Não tem negócios? Que se saiba o filho tem alguns, ele não. Mas teve o apoio do PAIGC, é verdade. Só que o PAIGC tem de pensar nos guineenses, hoje temos um Presidente arrogante que se julga quase dono da Guiné … Olhe, o Nino perdeu-se por ouvir demasiado os lobbies, o Kumba Yalá pode não inspirar muita confiança a algumas pessoas, mas também ainda pode ter mão nos militares balanta. Drª. Miloca Pereira, a senhora existe na sua pretensão. Eu lhe pergunto uma coisa: Não foram os que a senhora chama dos militares Balantas que deram golpe ao Kumbá Yalá quando sofreu golpe? Ou estou enganado? Foram militares crioulos, papeis? mancanhas..,? Onde fica a sua forma existida de ver os Brása como tribalistas na Guiné Bissau? Drª. Miloca Pereira Olha Brása foi vítima e está a ser vitima nesses pais até então. É Brása que mais morreu em toda história desse país e até hoje estão morrendo. Em todo sentido da morte. Morte lenta. É a etnia Brása o mais descriminado socialmente. Você conhece algum ministro Brása hoje no governo? Partido no poder com sua governarão tem no governo algum ministro Brása? Mesmo assim o país melhorou? Dizem que Brása é bruto, retardado e burro. Pergunto: temos todos ministros atuais e parlamento guineenses intelectuais? Não tem analfabetos nenhum? Drª. Miloca Pereira uma coisa é certa, Brása está a lutar para não ser exterminado na Guiné. Vós que odeiam Brása, estão a esperar para o mundo permitir criação duma lei que permita o extermínio daquela etnia. Mas como Deus é Deus, creio que não vai ser dessa forma. Deixa Brása em paz. Brása sempre foi solidário. Sou M’bana N’tchigna
Maria de Lurdes Gomes   Bissau   Guinea-Bissau   06/09/2011 4:34:49
servidora de estado
Eu sou guineense e me sinto mal com as pessoas que falam mal dos balantas. Coitadinhos, são o povo mais passífico,mais amigo e o mais humilde da guiné. Guineenses, melhor, CADOGO, deixe de insinuar o tribalismo. Você odeia os balantas, PORQUE???
Garandi   Fall-River   Guinea-Bissau   20/03/2007 12:22:27
Afinal somos todos um povo unido
Porque mencionar um (Tribo?)Somos todos Guinenses com o mesmo direito social,judical etc etc. Sim que e' verdade ha' sempre oportunistas que tentan destabilizar , sim que ha' tambem esses chamados PEQUENOS BURGUESES OS (PIORES) criados e educados com mentalidades colonialistas mas que tambem merecem uma integracao porque na realidade ha' sempre lugar para todos..o povo guinense e' HUMILDE
nelson fonten tamba   fall river EUA   Estados Unidos   03/08/2006 22:24:10
professor
NAo e de admirar que pessoas com ideologia fascistas, e barrata, infelizmente ainda persistem naquela mesquinha praceta de Bissau.Se e deveras uma praca. Eu sei que o povo guineeense e deveras unido.Voces sabiam que os balantas e os felupes sao da mesma origem? voces sabiam que os mandingas da guine-bissau sao irmaos dos balantas? Os codigos geneticos explicam tudo....
Anonimo   USA   Guinea-Bissau   15/07/2005 12:15:45
Estamos todos no mesmo barco
Camarada palavra "Balanta" dentro do contexto polico e'um dos "impecaveis" Balanta foi um dos primeiros a dizer nao a colonizacao ! Foram os pimeiros que sacrificarm e deram tudo para que a Guine fosse live..Portanto meu caro amigo vc e' guinense (balanta)e tens o mesmo direito como qualquer cidadao.Sim e' verdade tambem que ha pessoas que ainda tentam destabilizar utilizando o nome balanta para os seus propios beneficios politico. SEja balanta ou fula, mandinga etc etc caro amigo expressa a sua ideia que vc tambem o mesmo direito " SOMOS TODOS IGUAIS" Mantehas
 

Guine-Bissau.com - marca registrada.
Não se autoriza a utilização dos nossos conteúdos sem prévio acordo.
BISSAU - GUINÉ-BISSAU
EDITORIAL
  LIBERDADE DE EXPRESSÃO !!
>> ELEIÇÕES 2008
>> ELEIÇÕES 2004
>> OPINIÃO
>> ANÚNCIOS
>> CORRUPÇÃO
>>  AJUDAS INTERNACIONAIS
>>  DOSSIERS
 Arduinna.org