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17/06/2006 00:01 Versión para imprimir
DEMOLIDOS CACIFOS DA AVENIDA 14 DE NOVEMBRO
Depois de uma advertência de trinta dias, a Câmara Municipal de Bissau procedeu a demolição de todos os cacifos que se encontravam nos arredores da Avenida 14 de Novembro, junto do mercado de Bandim.

Depois de uma advertência de trinta dias, a Câmara Municipal de Bissau procedeu a demolição de todos os cacifos que se encontravam nos arredores da Avenida 14 de Novembro, junto do mercado de Bandim.

A decisão de demolir os cacifos aconteceu depois dos vendedores recusarem acatar a ordem dada pela Câmara Municipal de Bissau. Pois, até o último dia de prazo, nenhum comerciante aceitou demolir voluntariamente o seu cacifo, apesar de todos eles, vendo que a decisão da CMB era para cumprir, decidiram retirar as mercadorias.

Assim na madrugada do dia 10 de Junho, vigiados pelos agentes da Polícia, sobretudo, os recém formados na Angola, bulldozers e algumas pás carregadoras procederam a demolição de todos os cacifos no espaço onde previamente os ocupantes foram avisados. Com essa decisão, se pode dizer que os prejuízos materiais verificados, estão apenas relacionados as paredes e as coberturas.

Os ocupantes que um dia antes ameaçaram paralisar todo o mercado para fazer marcha de protesto contra a decisão do presidente da CMB, teceram duras críticas a Mário Vaz, tendo-lhe acusado de ter outras intenções contra os feirantes. Pelo menos foram estas as acusações proferidas um dia antes, pelo presidente da Associação dos vendedores do Mercado de Bandim, Aliu Seidi.

Apesar da demolição ter acontecido contra a vontade de muitos vendedores e numa clara atitude de não confrontação, o presidente da CMB agradeceu o papel jogado pelos feirantes. Estes agradecimentos, segundo Mário Vaz, se devem ao facto dos feirantes terem retirados dos seus cacifos, todas as mercadorias permitindo que a demolição se decorra sem qualquer resistência ou confrontação.

“Quero agradecer aos proprietários dos cacifos do mercado de Bandim, porque no momento crucial souberam colocar os interesses de munícipes e da cidade em primeiro lugar. Digo isto, porque conseguiram retirar dos cacifos os seus bens e permitiram que o trabalho decorra num clima de tranquilidade. E da nossa parte sentimos que tiveram uma atitude de coragem”, reconheceu Mário Vaz.

Este reconhecimento é unilateral, porque a associação dos vendedores não retira uma única vírgula nas acusações que antes proferiu contra Mário Vaz. Na manhã do dia em que os cacifos foram demolidos, era notável o descontentamento de muitos proprietários que justificam a não deslocação para outros mercados por falta de condições.

O presidente garante que todos serão realojados e que as condições do mercado serão melhoradas.

PRAÇA NÔ KUMPU TERRA

O que não precisa de mais espera, é a obra a ser executado no espaço onde os cacifos foram demolidos. Mário Vaz revelou em conferência de imprensa que, a sua instituição vai iniciar nos próximos dias a construção de uma praça denominada nô kumpu terra.

O espaço que conforme as garantias do presidente vai situar a frente do mercado de Bandim vai ser extenso até ao prédio de Sunu Ker.

A construção dessa praça, vai ser concluída nos princípios do mês de Julho. Importa sublinhar que essas acções decorrem no âmbito da campanha de limpeza em curso no país e na preparação da próxima Cimeira dos Chefes de Estado da CPLP a ter lugar no país em Julho próximo, em virtude da comemoração do seu 10 aniversário.

Fonte: Agência Bissau

 

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